Domingo pesado...
Casinha Branca - Gilson
Eu tenho andado tão Sozinho
Ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe
A felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida
Simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca
De varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar
Pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando
Em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
domingo, 9 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
É o meu ponto de vista...

Obra inacabada - Analice Alves
Por favor, me deixe encostar no teu ombro
E adormecer em paz
Dê-me um pouco da infância
Que transborda em seus olhos
Um pouco de realidade
Pra minha esperança inacabada
Por favor, me dê um pouco de juventude
Faça-me gostar das coisas que você gosta
Ensine-me a fazer do seu jeito
Ensine-me a amar do seu jeito
Faça-me capaz de amar direito
Por favor, deite no meu colo
Aceite-me como sou ou como tento ser
Respeite o sofrimento de quem não ama
Por querer amar, mas por amar e pronto.
E adormecer em paz
Dê-me um pouco da infância
Que transborda em seus olhos
Um pouco de realidade
Pra minha esperança inacabada
Por favor, me dê um pouco de juventude
Faça-me gostar das coisas que você gosta
Ensine-me a fazer do seu jeito
Ensine-me a amar do seu jeito
Faça-me capaz de amar direito
Por favor, deite no meu colo
Aceite-me como sou ou como tento ser
Respeite o sofrimento de quem não ama
Por querer amar, mas por amar e pronto.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Por favor, mais infância...
Quando eu era criança, eu sabia que não teria aquela vida boa, aquela maré mansa pra sempre. Eu sabia que a choradeira pelo brinquedo quebrado, era o choro mais sadio que eu poderia ter. Quando eu era criança, ouvia meus pais falando sobre futuro e achava chato, achava desnecessário viver um dia que nem sabíamos se viria, hoje entendo a preocupação deles. Quando eu era criança e brigava com meu irmão, xingava-o em silêncio, morria de raiva, certas vezes, não entendia que ele seria o meu melhor e maior amigo. Quando eu era criança e era apaixonada pelo mundo, não entendia como uma pessoa podia cometer certos crimes e certos erros. Hoje, não sou criminosa, mas confesso, errei tanto que me perdi no meio dos erros. Quando eu era criança e pedia um cachorro pro meu pai, não imaginava que teria um cachorro, hoje com 7 anos de idade, membro da família e um dos motivos do meu sorriso matutino. Quando eu era criança e sonhava com muita esperança, não imaginava que hoje continuaria sonhando como sempre sonhei.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Olhei pro céu e não te vi

Passo por uma fase de crença absoluta nas vibrações positivas da vida e naquele ser maior que nos acompanha em todos os minutos. Acredito e sempre acreditei na força e nas capacidades das coisas darem certo, simplesmente, pelo pensamento positivo e pela determinação misturada com um pouco de amadurecimento da alma. Quando acreditamos no nosso próprio ideal e talento, quando acreditamos que existe a possibilidade, quando determinamos um novo objetivo, pode ter certeza, é muito provável que o sonho se realize.
QUARENTENA – Analice Alves
Se a nuvem que há no céu
Traz-me você de volta
Então procuro olhar pro alto
Pra que em um sobressalto
O seu amor me encontre
Se os dias que passo
Fazem-me sofrer
De amor e saudade
Do amor que sinto
Sinto que sentes
Um amor por mim
Se a vida que eu tenho
Só me faz pensar
Que nada vale a pena
Na tua ausência
E que é melhor esquecer
E viver assim
Se no mundo
- meu ou teu
Existem pecados
Que eu já cometi
Talvez enganasse a mim mesma
Dizendo que te esqueci
Se as fotos no chão
Só me fazem pensar
E lembrar dos momentos
- felizes ou tristes
Que um dia vivemos
Talvez morreremos
Um dia
De felicidade
Se a tarde só me faz pensar
Que o teu amor
Acabou, por fim
Teria que dizer ao menos
Uma palavra
Ou deixar escorrer
Quer-se, uma lágrima.
E direi: Minha dádiva
Não te ausentes de mim!
Se a nuvem que há no céu
Traz-me você de volta
Então procuro olhar pro alto
Pra que em um sobressalto
O seu amor me encontre
Se os dias que passo
Fazem-me sofrer
De amor e saudade
Do amor que sinto
Sinto que sentes
Um amor por mim
Se a vida que eu tenho
Só me faz pensar
Que nada vale a pena
Na tua ausência
E que é melhor esquecer
E viver assim
Se no mundo
- meu ou teu
Existem pecados
Que eu já cometi
Talvez enganasse a mim mesma
Dizendo que te esqueci
Se as fotos no chão
Só me fazem pensar
E lembrar dos momentos
- felizes ou tristes
Que um dia vivemos
Talvez morreremos
Um dia
De felicidade
Se a tarde só me faz pensar
Que o teu amor
Acabou, por fim
Teria que dizer ao menos
Uma palavra
Ou deixar escorrer
Quer-se, uma lágrima.
E direi: Minha dádiva
Não te ausentes de mim!
domingo, 18 de novembro de 2007
Continua sem cordas
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
não chore ainda não

Sem palavras - Analice Alves
Já não vejo graça em viver assim
Perdição, loucura tomam conta de mim
Já nem sei contar quantos sonhos perdi
Quero mergulhar no teu coração
Mentir a verdade que eu mesma calei
Juntar o amor que resta pra virar paixão
Como eu queria escutar tua voz
O teu barulho ao andar pela casa
Não devia pensar tanto no depois
O futuro não chega, o presente me arrasa
O lápis no papel já não escreve nada
Meu amor por você, desculpe
Mas não tenho palavras
Choro no vazio por querer-te
Sofro no silêncio por pensar em ti
Quero te amar em cada presente
Quanto ao futuro, a Deus pertence
Fale-me de amor, de dor, de ausência
Minta, diga ao menos uma vez que sentiu falta
Minha falta, de repente
Diga que a minha culpa é toda sua
E que a loucura que sinto
É amor e você entende
Se quiser, posso ficar em tuas mãos
Não te amo mais, porque esse amor não tem limite
Não choro mais, porque apesar de triste
Meu amor, não duvide
Mas procuro a paz, acredite
(dentro de ti)
----------------
"Faça o que quiser
Eu me rendo
Mas me faça feliz..."
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Meu coração é um violão sem cordas

Restos – Analice Alves
Vivo de restos
De restos não quero viver
A vida é uma linda estrada
Mas empoeirada se não tenho você
Não diga que o tempo cicatriza a ferida
A página se vira e a vida continua
A minha rua é um beco sem saída
A culpa é toda sua
Essa música me lembra o teu jeito
Tudo o que vejo me traz você
Perco-me no breu do meu peito
Não há luz, não há paz se não posso te ter
Quero trilhar o caminho que segues
Quero colher o que você plantou
Quero dormir em teus braços morenos
Quero cumprir o que você jurou
Pago teus pecados, teus erros, teus medos
Tuas dívidas e os teus dividendos
Curo as feridas, as rugas da vida
As marcas do tempo
Não quero o teu aperto de mão
Muito menos o teu ombro amigo
Quero o teu toque, tua boca, teu beijo
Teu coração sempre comigo
Por favor, tente compreender
Amor como o meu
O tempo não pode apagar
É um sentimento que fere e grita
Só você é capaz de silenciar
Talvez esse amor
Se converta em carinho
Quem me dera pensar em você sem sofrer!
Daí, seguirei o meu caminho
E levarei a vida tentando viver
Vivo de restos
De restos não quero viver
A vida é uma linda estrada
Mas empoeirada se não tenho você
Não diga que o tempo cicatriza a ferida
A página se vira e a vida continua
A minha rua é um beco sem saída
A culpa é toda sua
Essa música me lembra o teu jeito
Tudo o que vejo me traz você
Perco-me no breu do meu peito
Não há luz, não há paz se não posso te ter
Quero trilhar o caminho que segues
Quero colher o que você plantou
Quero dormir em teus braços morenos
Quero cumprir o que você jurou
Pago teus pecados, teus erros, teus medos
Tuas dívidas e os teus dividendos
Curo as feridas, as rugas da vida
As marcas do tempo
Não quero o teu aperto de mão
Muito menos o teu ombro amigo
Quero o teu toque, tua boca, teu beijo
Teu coração sempre comigo
Por favor, tente compreender
Amor como o meu
O tempo não pode apagar
É um sentimento que fere e grita
Só você é capaz de silenciar
Talvez esse amor
Se converta em carinho
Quem me dera pensar em você sem sofrer!
Daí, seguirei o meu caminho
E levarei a vida tentando viver
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