segunda-feira, 9 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Em redor
- Analice Ról O que faço agora Com esse coração de barbante O desespero a nem ser escutado Em alto falante E o coração é Brasil de antigamente Separado em capitanias hereditárias O que faço agora Nesse país distante A inteligência a virar Ignorância de iniciante E os meus olhos São lâmpadas queimadas No final de um purgatório americano O que faço agora Nesta ficção sem ser romance A ter o que é meu Fora de meu alcance E as minhas mãos, mesmo limpas, Sujam os lençóis de desconhecidos não amados.
domingo, 3 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
A voz
- Analice Ról
Foda-se a estrada
E os seus perigos
Não tenho medo dos caminhos
E dos nadas em bandos perdidos
Não ouço a voz da montanha
Mas vejo Deus
Que Ele me perdoe por eu dizer que O vejo
Na verdade, pode ser apenas uma luz ou vulto
Ou sombra de um mendigo
Não, não quero isso pra mim
A vida é mais do que simples passos
Mais do que simples poemas mal escritos
Rabiscados, não-pensados
Não sou poeta, nunca o fui
Foda-se a literatura
Quero acordar e ver que ainda vivo
Abrir os armários da casa de campo
E vestir-me com as roupas antigas de minha avó Celeste.
Foda-se a estrada
E os seus perigos
Não tenho medo dos caminhos
E dos nadas em bandos perdidos
Não ouço a voz da montanha
Mas vejo Deus
Que Ele me perdoe por eu dizer que O vejo
Na verdade, pode ser apenas uma luz ou vulto
Ou sombra de um mendigo
Não, não quero isso pra mim
A vida é mais do que simples passos
Mais do que simples poemas mal escritos
Rabiscados, não-pensados
Não sou poeta, nunca o fui
Foda-se a literatura
Quero acordar e ver que ainda vivo
Abrir os armários da casa de campo
E vestir-me com as roupas antigas de minha avó Celeste.
segunda-feira, 21 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
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